Ministro Paulo Guedes

Ministério da Economia

Ministro Paulo Guedes

O novo Ministério da Economia unirá os antigos Ministérios do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; Fazenda, Indústria, Comércio Exterior e Serviços; e parte do Ministério do Trabalho. Para o cooperativismo, deve ser acompanhado com atenção por conta da sua grande influência perante as decisões governamentais na agenda de ajuste fiscal, nas Reformas da Previdência e Tributária, bem como na pauta liberal (abertura comercial e desburocratização).

Partido: Não filiado

Nascimento: Rio de Janeiro/RJ

Formação: Bacharel em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais; mestre em economia pela Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas; mestre e doutor em Economia pela Universidade de Chicago.

Destaques: Professor Universitário; diretor-técnico, sócio e docente do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais – IBMEC (1980-1996); sócio fundador do Banco Pactual (1983-1997); sócio fundador da JGP Gestão de Recursos (1998-2000); sócio fundador da Bozano Investimentos (2003-2018); ministro da Economia (2019-).

Outras informações:

Guedes é um economista formado pela Universidade de Chicago, conhecida por suas posições favoráveis ao liberalismo econômico. Ao voltar para a América Latina, ainda nos anos 1980, lecionou na Universidade do Chile, momento no qual se aprofundou no modelo econômico que estava sendo implementado no país durante a ditadura de Pinochet. Posteriormente, voltou ao Brasil, contribuindo na fundação de bancos e gestoras de investimento.

Cooperativismo:

Não localizado

           
Outros Cargos de Interesse
Ministro Paulo Guedes

Carlos Alexandre da Costa

Produtividade, Emprego e Competitividade

Ministro Paulo Guedes

José Tostes

Receita Federal

Ministro Paulo Guedes

Gustavo Montezano

BNDES

Ministro Paulo Guedes

Marcelo Guaranys

Secretário Executivo

Ministro Paulo Guedes

Marcos Troyjo

Comércio Exterior e Assuntos Internacionais

Ministro Paulo Guedes

Paulo Uebel

Desburocratização, Gestão e Governo Digital

Ministro Paulo Guedes

Waldery Rodrigues Junior

Fazenda

Ministro Braga Netto

Ministro-Chefe da Casa Civil

Ministro Braga Netto

A Casa Civil tem como principais atribuições o auxílio ao presidente da República na articulação com o Congresso e com entidades da sociedade civil, a coordenação das ações do Governo Federal e o controle de constitucionalidade dos atos do Poder Executivo. Para o cooperativismo, o órgão será de fundamental importância durante o diálogo com o governo em relação a proposições, normativos e políticas públicas de interesse.

Formação: Bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras

Destaques: Aspirante-a-Oficial da Arma de Cavalaria (1978); 2º Tenente (1979); 1º Tenente (1980); Capitão (1984); assessor da Subsecretaria de Programas e Projetos da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (1998-2001); oficial de Gabinete do Comandante do Exército (2001); comandante do 1º Regimento de Carros de Combate (2001); adido de Defesa e do Exército junto à Embaixada do Brasil na Polônia (2005-2007); adido militar do exército junto à Embaixada do Brasil nos EUA (2011); coordenador-geral da assessoria especial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro (2013); comandante da 1ª Região Militar (2015); comandante Militar do Leste (2016); interventor federal na Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro (2018); chefe do Estado-Maior do Exército (2019-2020); ministro-chefe da Casa Civil (2020).

Outras informações:

Braga Netto é um general do Exército Brasileiro, possuindo experiência em diversos cargos de importância da instituição, como o comando da 1ª Região Militar e o Comando Militar do Leste. Em 2020, foi nomeado para o cargo de ministro-chefe da Casa Civil, no lugar de Onyx Lorenzoni, que foi designado para o Ministério da Cidadania. Assim, todos os ministérios ligados diretamente à Presidência da República são comandados por militares.

Cooperativismo:

Não localizado.

           
Outros Cargos de Interesse
Ministro Braga Netto

Manoel Fernandes A. Filho

Sec. Especial de Relações Institucionais

Ministro Braga Netto

Marcelo Barros Gomes

Secretário Especial de Relacionamento Externo

Ministro Luiz Eduardo Ramos

Secretaria de Governo

Ministro Luiz Eduardo Ramos

A Secretaria de Governo da Presidência da República é responsável pela articulação política do Planalto com o Legislativo, os entes federados e o setor privado. Entretanto, o destaque dado à pasta se dá pela proximidade política do ministro Luiz Eduardo Ramos, com o presidente da República. Desde que foi nomeado, em junho, Ramos é o ministro que mais realiza reuniões com Bolsonaro.

Formação: Ensino Superior pela Academia Militar das Agulhas Negas; aperfeiçoamento na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais.

Destaques: Observador militar na ex-Iugoslávia, participando da UNPROFOR; instrutor da pela Academia Militar das Agulhas Negas; assessor parlamentar no Gabinete do Comandante do Exército; adido militar em Israel; chefe do Estado-Maior da Brigada de Infantaria Paraquedista; assistente do Chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército; comandante a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti; comandante Militar do Sudeste.

Outras informações:

General de Brigada desde 2010, Luiz Eduardo Ramos se aproximou de Bolsonaro enquanto atuou como Comandante Militar do Sudeste. Substituto de Santos Cruz, Ramos tem aproximado bastante do presidente, a ponto de ser o ministro que realiza mais reuniões com o mesmo desde que foi empossado.

Cooperativismo:

Não localizado.

Presidente Roberto Campos Neto

Banco Central

Presidente Roberto Campos Neto

Ao mesmo tempo em que a estrutura regimental do Banco Central foi mantida, a indicação de Roberto Campos Neto traz a possibilidade de uma guinada na política econômica exercida pelo órgão até então, a partir da expectativa de que o gestor implemente políticas liberalizantes e lute pela independência da autarquia. Para o cooperativismo, a perspectiva é de que a política de diminuição da taxa de juros, anunciada recentemente pelo órgão, coloque as cooperativas de crédito como importante instrumento de redução do spread bancário no Brasil.

Partido: Não filiado

Formação: Bacharel em Economia pela Universidade da Califórnia; especializado em Economia com ênfase em Finanças pela mesma universidade.

Destaques: Operador de Derivativos de Juros e Câmbio, no Banco Bozano Simonsen (1996-1997); operador de Dívida Externa, no Banco Bozano Simonsen (1997-1998); operador da área de Bolsa de Valores, no Banco Bozano Simonsen (1998-1999); executivo da Área de Renda Fixa Internacional, no Banco Bozano Simonsen (1999-2000); chefe da área de Renda Fixa Internacional no Santander Brasil (2000-2004); gerente de Carteiras na Claritas (2004-2005); chefe do Setor de Trading no Santander Brasil (2006-2010); responsável pela área de Tesouraria e de Mercado Regional e Internacional no Santander Brasil (2010- 2018).

Outras informações:

Sua indicação é proveniente de dois fatores: o primeiro se dá pela amizade entre o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e Roberto Campos, avô de Campos Neto, ex-ministro do Planejamento no governo Castello Branco e um dos maiores ideólogos do pensamento liberal no Brasil; o outro fator é explicado pelo fato de que Roberto Campos Neto foi um grande entusiasta da campanha de Bolsonaro até mesmo enquanto o mercado ainda flertava com Geraldo Alckmin.

Cooperativismo:

Não localizado.

           
Outros Cargos de Interesse
Presidente Roberto Campos Neto

Otávio Damaso

Diretor de Regulação

Presidente Roberto Campos Neto

Paulo Souza

Diretor de Fiscalização

Ministra Tereza Cristina

Ministério da Agricultura

Ministra Tereza Cristina

O Ministério da Agricultura ampliou de forma significativa seu escopo de atuação, com a incorporação da antiga Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) e da Secretaria Especial da Aquicultura e de Pesca. Para o cooperativismo, o órgão tem papel fundamental na coordenação da política agrícola, de defesa agropecuária e no desenvolvimento de políticas específicas para o setor, a partir da nova Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo.

Partido: DEM/MS.

Nascimento: Rio de Janeiro/RJ

Formação: Bacharel em Engenharia Agrônoma pela Universidade Federal de Viçosa.

Destaques: Engenheira agrônoma; empresária; diretora da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul); diretora da Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso do Sul (Aprosul); diretora da associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul); diretora dos Sindicatos Rurais de Sonora, Terenos e Campo Grande; secretária de Estado de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo do Mato Grosso do Sul (2007-2014); presidente do Fórum de Secretários da Agricultura do Brasil; duas vezes deputada federal (2014-).

Outras informações:

Provinda de uma família de políticos (seu avô e bisavô foram governadores de Mato Grosso), Tereza Cristina iniciou sua atuação política na diretoria de diversas entidades rurais do estado. Em 2007, foi nomeada secretária de Estado de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo do Mato Grosso do Sul, durante o governo de André Puccinelli e, devido à sua gestão, tornou-se presidente do Fórum de Secretários da Agricultura do Brasil, sendo, posteriormente, eleita e reeleita deputada federal e presidente da FPA.

Cooperativismo:

Não localizado.

           
Outros Cargos de Interesse
Ministra Tereza Cristina

Eduardo Sampaio

Política Agrícola

Ministra Tereza Cristina

Fernando Schwanke

Agricultura Familiar e Cooperativismo

Ministra Tereza Cristina

Jorge Seif

Aquicultura e Pesca

Ministra Tereza Cristina

José Guilherme Leal

Defesa Agropecuária

Ministra Tereza Cristina

Celso Moretti

Presidente da Embrapa

Ministra Tereza Cristina

Marcos Montes

Secretário Executivo

Ministra Tereza Cristina

Orlando Ribeiro

Secretário de Comércio e Relações Internacionais

Ministra Tereza Cristina

Valdir Colatto

Presidente do SFB

Ministra Tereza Cristina

Newton Araújo

Diretor-Presidente da Conab

Ministro Onyx Lorenzoni

Ministério da Cidadania

Ministro Onyx Lorenzoni

O Ministério da Cidadania é composto pelos antigos ministérios do Desenvolvimento Social, da Cultura, do Esporte e parte do Ministério do Trabalho. Como temas de interesse do cooperativismo, a pasta será responsável pela Secretaria de Desenvolvimento Social, com ênfase para a segurança alimentar, bem como pelo Departamento de Economia Solidária (antiga Secretaria Nacional de Economia Solidária).

Partido: Democratas/RS.

Nascimento: Porto Alegre/RS

Formação: Bacharel em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria

Destaques: Deputado estadual do Rio Grande do Sul (1995-2009); Deputado Federal (2003-); ministro-chefe da Casa Civil (2019-).

Outras informações:

Médico veterinário e empresário, Onyx foi eleito pela primeira vez para o legislativo estadual do Rio Grande do Sul em 1995 e, posteriormente tornou-se deputado federal em 2003, reelegendo-se desde então. Foi presidente da Comissão de Agricultura da Câmara entre 2008 e 2009 e um dos principais apoiadores da campanha de Jair Bolsonaro, em 2018. Em 2020, foi realocado no Ministério da Cidadania.

Cooperativismo:

Onyx é autor do Projeto de Lei nº 1.181/2007, que autoriza associados às cooperativas habitacionais a dispor dos recursos do FGTS. Ao tomar posse como deputado na 56º Legislatura (2019-2022), Lorenzoni solicitou o desarquivamento da proposição.

           
Outros Cargos de Interesse
Ministro Onyx Lorenzoni

Alcindo Gabrielli

Diretor do Departamento de Economia Solidária

Ministro Onyx Lorenzoni

Antônio Barreto

Secretária Executiva

Ministro Onyx Lorenzoni

Eduardo Zaratz

Secretário de Inclusão Social e Produtiva Urbana

Ministro Onyx Lorenzoni

Ênio Marques

Secretário de Inclusão Social e Produtiva Rural

Ministro Onyx Lorenzoni

Sérgio Queiroz

Secretário Especial de Desenvolvimento Social

Ministro Ricardo Salles

Ministério do Meio Ambiente

Ministro Ricardo Salles

No novo Governo, a estrutura do Ministério do Meio Ambiente (MMA) foi enxugada, com o envio do Serviço Florestal Brasileiro (SRF), responsável pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR), para o Ministério da Agricultura, bem como com a extinção da Secretaria de Mudança do Clima e Florestas. Como temas importantes para o cooperativismo, destacam-se o licenciamento ambiental e a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA), de competência do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Partido: Partido Novo/SP

Nascimento: São Paulo/SP

Formação: Bacharel em Direito pelo Mackenzie; pósgraduado pela Universidade de Coimbra e Universidade de Lisboa; especialista em Administração de Empresas pela FGV.

Destaques: Advogado; Fundador do Movimento Endireita Brasil (2006); secretário particular de Geraldo Alckmin (2013-2016); secretário estadual de Meio Ambiente de São Paulo (2016-2017); ministro do Meio Ambiente (2019-).

Outras informações:

Salles é proveniente de uma família proeminente de advogados paulistanos. Forte adepto de ideologias conservadoras, foi fundador do movimento “Endireita Brasil”. Em 2010, concorreu ao cargo de Deputado Estadual pelo DEM, não se elegendo. Após a eleição de Alckmin para o Governo de São Paulo, Salles foi nomeado secretário particular do mesmo e, em 2016, foi nomeado por Alckmin para a pasta de Meio Ambiente do Estado. Em 2018, concorreu novamente para o cargo de deputado federal pelo Partido Novo, sendo nomeado, posteriormente, para o cargo de ministro do Meio Ambiente do Governo Bolsonaro.

Cooperativismo:

Não localizado.

           
Outros Cargos de Interesse
Ministro Ricardo Salles

Eduardo Bim

Presidente do Ibama

Ministro Ricardo Salles

André Germanos

Secretário de Ecoturismo

Ministro Ernesto Araújo

Ministério das Relações Exteriores

Ministro Ernesto Araújo

O Ministério das Relações Exteriores agora divide a atribuição de negociações internacionais e comércio exterior com os ministérios da Economia e da Agricultura. Para o cooperativismo, o órgão possui papel estratégico por suas funções de organização de missões internacionais e de promoção comercial, principalmente no que se refere à pauta de exportações de produtos das cooperativas agropecuárias.

Partido: Não filiado.

Nascimento: Porto Alegre/RS

Formação: Bacharel em Letras pela Universidade de Brasília.

Destaques: Diplomata (1992-); assessor na Divisão do Mercosul (1992-1995); secretário na missão do Brasil junto à União Europeia (1995-1999); responsável pelo setor econômico da Embaixada do Brasil na Alemanha (1999-2003); chefe da Divisão de Serviços, Investimentos e Assuntos Financeiros (2003-2005); Chefe da Divisão de Negociações Extra-regionais do Mercosul (2005-2007; conselheiro na Embaixada de Ottawa (2007-2010); conselheiro na Embaixada de Washington (2010-2015); chefe da Divisão dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos (2016-2018); ministro das Relações Exteriores (2019-).

Outras informações:

Diplomata de carreira, Araújo possui opiniões contundentes sobre a questão climática, bem como do posicionamento do país na conjuntura diplomática global, traços estes manifestados na nova estrutura regimental do Ministério das Relações Exteriores de Bolsonaro.

Cooperativismo:

Não localizado.

           
Outros Cargos de Interesse
Ministro Ernesto Araújo

Norberto Moretti

Política Externa, Comercial e Econômica

Ministro Ernesto Araújo

Alexandre Ghisleni

Promoção do Agronegócio

Ministro Rogério Marinho

Ministério do Desenvolvimento Regional

Ministro Rogério Marinho

Fruto da junção do Ministério das Cidades com o Ministério da Integração Nacional. O Ministério do Desenvolvimento Regional será responsável pelos Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento, com o FDCO, FCO, FDNE e FNE, bem como as superintendências de Desenvolvimento, como Sudam, Sudene e Sudeco. Por fim, também merecerá atenção a Secretaria Nacional de Habitação.

Partido: PSDB/RN

Formação: Bacharel em Ciências Econômicas pela Faculdade Unificada para o Ensino das Ciências (UNIPEC).

Destaques: vereador de Natal (2000-2006); deputado federal (2006-2014); secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte (2012-2014); secretário especial da Previdência Social (2019-2020); ministro do Desenvolvimento Regional (2020-).

Outras informações:

Marinho possui uma longa carreira política, sendo eleito pela primeira vez em 2000, para o cargo de vereador. Ganhou notoriedade pública após ser o relator da Reforma Trabalhista do governo Michel Temer, em 2017. Em 2019, auxiliou o governo Bolsonaro na aprovação da Reforma da Previdência e, pelo reconhecimento de seu trabalho, foi nomeado ministro do Desenvolvimento Regional no lugar de Gustavo Canutto.

Cooperativismo:

Não localizado.

           
Outros Cargos de Interesse
Ministro Rogério Marinho

Nelson Vieira Fraga Filho

Superintendente da Sudeco

Ministro Rogério Marinho

Paulo Roberto Silva

Superintendente da Sudam

Ministro Rogério Marinho

Douglas Cintra

Superintendente da Sudene

Ministro Rogério Marinho

Alfredo dos Santos

Secretário Nacional de Habitação

Ministro Tarcísio Gomes de Freitas

Ministério da Infraestrutura

Ministro Tarcísio Gomes de Freitas

O Ministério da Infraestrutura é proveniente da junção do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Como pontos de interesse para o cooperativismo, destacamos a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável pela Tabela de Preços Mínimos para o Frete, a Antaq, o Denatran e a Secretaria Nacional de Transportes Terrestres e a Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários.

Partido: Não filiado.

Nascimento: Rio de Janeiro/RJ

Formação: Bacharel em Engenharia Civil pelo Instituto Militar de Engenharia; bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras; pós-graduado em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas; pós-graduado em Gestão de Cadeia de Suprimento e Logística pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército.

Destaques: Engenheiro do Exército Brasileiro (1992-2008); analista de Finanças e Controle da Controladoria-Geral da União (2008-2011); diretor executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT (2011-2014); diretor-geral do DNIT (2014-2015); consultor legislativo da Câmara dos Deputados; secretário de Coordenação de Projetos da Secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos – PPI (2016-2018); ministro da Infraestrutura (2019-).

Outras informações:

Inicialmente, o cotado para o Ministério da Infraestrutura do governo Bolsonaro foi o general Oswaldo Ferreira, porém, após sua recusa, este indicou o ex-militar Tarcísio Gomes de Freitas. Tarcísio participou, como engenheiro, da Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti e, posteriormente, foi diretor executivo e diretor-geral do DNIT. Conhecido por seu posicionamento a favor de privatizações, foi secretário de Coordenação de Projetos do PPI durante o governo Temer e este cargo influenciou a escolha de Bolsonaro, pois o mesmo deseja prioridade máxima às concessões em infraestrutura. Por fim, o Ministério da Infraestrutura, além de englobar todos os órgãos previamente alocados no Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, também será responsável pelo Contran e o Denatran.

Cooperativismo:

Não localizado.

           
Outros Cargos de Interesse
Ministro Tarcísio Gomes de Freitas

Mário Povia

Diretor-Geral da Antaq

Ministro Tarcísio Gomes de Freitas

Mário Rodrigues

Diretor-Geral da ANTT

Ministro Tarcísio Gomes de Freitas

Diogo Piloni e Silva

Sec. Nac. de Portos e Transportes Aquaviários

Ministro Tarcísio Gomes de Freitas

Marcello Costa

Secretário Nacional de Transportes Terrestres

Ministro Tarcísio Gomes de Freitas

Frederico de Moura Carneiro

Diretor do Dep. Nacional de Trânsito

Ministro Bento Albuquerque

Ministério de Minas e Energia

Ministro Bento Albuquerque

A pasta de Minas e Energia, responsável pelos temas de eletrificação e mineração, permaneceu com estrutura similar à adotada pelo Governo Temer. Entretanto, ressaltamos como ponto de atenção o desafio que o órgão terá na estruturação da Agência Nacional de Mineração (ANM), criada no final de 2017. De interesse para o cooperativismo, ressaltamos a permanência do trabalho de fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), bem como a regulamentação da legislação mineral.

Partido: Não filiado.

Nascimento: Rio de Janeiro/RJ

Formação: Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia da Escola Superior de Guerra; curso superior de Guerra Naval; MBA em Gestão Pública pela FGV; MBA em Gestão Internacional pela FGV; pós-graduação em Ciência Política pela UnB.

Destaques: Militar da Marinha (1973-); comandante da Base de Submarinos Almirante Castro e Silva; comandante em Chefe da Esquadra; secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha; chefe da Divisão de Tecnologia do Estado-Maior da Marinha (2006- 2007); assessor-chefe parlamentar do Gabinete do Comandante da Marinha (2007-2008); comandante da Força de Submarinos; diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha; ministro de Minas e Energia (2019-).

Outras informações:

Militar de carreira, Albuquerque passou por diversos cargos na Marinha Brasileira. Além dos cargos supracitados, também foi designado diretor-geral da Junta Americana de Defesa e observador militar da Organização das Nações Unidas (ONU) durante a Guerra da Bósnia.

Cooperativismo:

Não localizado.

           
Outros Cargos de Interesse
Ministro Bento Albuquerque

André Pepitone

Diretor-Geral da Aneel

Ministro Bento Albuquerque

Victor Bicca

Diretor-Geral da ANM

Ministro Bento Albuquerque

Reive Barros

Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético

Ministro Bento Albuquerque

Rodrigo Limp Nascimento

Secretário de Energia Elétrica

Ministro Bento Albuquerque

Alexandre Vidigal

Secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral

Ministro Nelson Teich

Ministério da Saúde

Ministro Nelson Teich

A importância do Ministério da Saúde para o cooperativismo se dará pela ênfase nas parcerias público-privadas, na prevenção e promoção da saúde, bem como na continuidade do trabalho realizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Nascimento: Rio de Janeiro/RJ

Formação: Bacharel em Medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); fez Residência Médica pelo Hospital de Ipanema (1987) e em Oncologia Clínica pelo Instituto Nacional de Câncer (1990). Em 1998, concluiu MBA em Administração de Saúde pelo Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPEAD), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 2006, também concluiu MBA em Gestão de Negócios pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC). Realiza PhD na Universidade de York, onde concluiu doutorado em Ciências da Saúde - Economia da Saúde

Destaques: Fundador do Grupo Clínicas Oncológicas Integradas – COI (1990-2018); consultor do Hospital Israelita Albert Einstein (2010-2011); fundador e presidente do COI - Instituto de Gestão, Educação e Pesquisa (2009-2018); fundador da Medinsight - Decisões em Saúde (2016-); sócio do MDI Instituto de Educação e Pesquisa (2009-2019); assessor da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (2019-2020); ministro da Saúde (2020-).

Outras informações:

Teich é médico oncologista e empresário da área da saúde. Fundador do grupo COI, se destacou no âmbito nacional ao gerir uma das maiores empresas voltadas ao tratamento oncológico do país. Apresentado por Guedes a Bolsonaro, atuou como consultor informal na campanha eleitoral do presidente, em 2018, e, na época, até chegou a ser cotado para o cargo, mas acabou preterido por Mandetta. Ainda assim, participou do governo, entre setembro de 2019 e janeiro de 2020, como assessor de Denizar Vianna, secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde. Dele, inclusive, foi sócio no MDI Instituto de Educação e Pesquisa. A empresa de pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais, humanas, físicas e naturais e treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial foi aberta em março de 2009 e fechada em fevereiro de 2019. Sua nomeação também conta com o apoio do secretario de comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten.

Opiniões:

Coronavírus: Afirma ser contra a “polarização” que tem visto no país entre defensores e pessoas contrárias à quarentena, afirmando que o momento é difícil “tomar decisões duras usando informações e projeções que apresentam grande incerteza” e que “o sucesso vai depender da capacidade de colher dados críticos em tempo real, de incorporar e analisar essa base de dados atualizada, de ajustar as projeções quanto aos possíveis impactos das escolhas, rever as decisões e desenhar novas medidas e ações”, se manifestando, posteriormente, favorável à quarentena horizontal desenhada pelos estados e municípios. “Além do impacto no cuidado dos pacientes, o isolamento horizontal é uma estratégia que permite ganhar tempo para entender melhor a doença e para implantar medidas que permitam a retomada econômica do país”. Em seu discurso de posse, disse que não pretende dar um cavalo de pau na estratégia que vem sendo adotada e que, no momento, defende a continuidade do isolamento social. Por fim, afirmou que as estratégias de saúde e econômica devem ser tratadas de forma complementar, não concorrentes.

Cooperativismo:

Não localizado.

           
Outros Cargos de Interesse
Ministro Nelson Teich

Rogério Scarabel

Diretor-Presidente da ANS Substituto

Ministro Nelson Teich

Mayra Pinheiro

Secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde

Ministro Nelson Teich

Erno Harzheim

Secretário de Atenção Primária à Saúde

Ministro Nelson Teich

Francisco de Assis Figueiredo

Secretário de Atenção Especializada à Saúde